IoT na saúde: bem-estar da população, diagnósticos médicos e combate à dengue

A indústria 4.0 é uma realidade e está presente em todos os segmentos e em todas as áreas da nossa vida. Quando pensamos na internet e nos dados, é comum pensarmos que nós nos conectamos a eles. Mas e o contrário? Os dispositivos também podem se conectar ao ambiente e entre si – com sensores –  e transmitir informações para um banco de dados. Indo além, mais que dados, através da Internet das Coisas (Internet of Things ou IoT em inglês) é possível analisá-los em tempo real e automatizar ações devido aos insights proporcionados pela análise dos dados.

Toda essa tecnologia desperta curiosidade, não só da população, mas do mercado em si que vê novas possibilidades de desenvolvimento e negócios. Segundo o relatório do Allied Market Research, estima-se que a internet das coisas aplicada à IoT saúde movimentará US$ 136,8 bilhões até 2021. 

 

IoT na saúde: entenda os avanços 

Dispositivos wearable 

Os dispositivos wearable ou, em tradução livre, dispositivos usáveis, são aqueles que podemos vestir. Por exemplo, podemos usar um relógio que monitora a frequência cardíaca. Esses dispositivos estão ganhando cada vez mais popularidade no exterior e podem monitorar batimentos cardíacos, qualidade do sono, passos percorridos, funções vitais, etc. Tudo isso pode ser conectado com algum software que ajuda na qualidade de vida das pessoas, além de poderem ser utilizados em estudos médicos e até em tratamentos se vinculados aos hospitais e clínicas, por exemplo. 

>>Confira 15 aplicativos que podem ser usados pela comunidade médica e seus pacientes.

 

Um dos principais desafios ainda é a análise de todos esses dados que são gerados. É necessário desenvolver uma forma de resumir e analisar essas informações para o profissional da saúde. É aí que a LOGIC pode ajudar clínicas, hospitais e profissionais com banco de dados e sistemas personalizados para gerarem insights em tempo real que possam ajudar nos mais diversos casos como: prevenindo emergências e auxiliando a medicina diagnóstica. 

 

Saúde pública 

Indo além, com a IoT saúde é possível transformar e desenvolver o sistema de saúde pública. Por exemplo, o Hospital de Nova Iorque em parceria com a GE Healthcare conectou sensores nos leitos do hospital. Os sensores avisam quando uma cama está vazia. Isso ajudou a reduzir o tempo de espera nas salas de emergência em até 4 horas, otimizando o atendimento emergencial e, consequentemente, ajudando a salvar mais vidas! 

Outro exemplo, aqui do Brasil, é como a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) usa a IoT saúde para ajudar a reduzir os focos de dengue em Belo Horizonte. É feito um cruzamento de dados capturados pelo Twitter de reclamações de usuários da rede social com sintomas da dengue com a localização geográfica. Através desse cruzamento de dados (big data) foi possível observar em quais regiões da cidade os focos de dengue estavam mais acentuados. Tecnologia, dados e gestão pública podem andar de mãos dadas em prol da saúde pública. 

Esses são apenas alguns exemplos de como IoT aplicada à saúde pode transformar o nosso dia a dia. 

 

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